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Manual do Usuário

Questionários Clínicos

Guia completo de uso: aplicação de questionários, exportação de dados e acompanhamento longitudinal do paciente.

1. Visão Geral

O que é esta ferramenta?

A plataforma de Questionários Clínicos da NIBS Education oferece versões digitais de instrumentos psicométricos validados para uso em saúde. Os questionários são aplicados diretamente no navegador, sem instalação de software, e os resultados são calculados e interpretados automaticamente.

A ferramenta é indicada para profissionais de saúde que desejam incorporar avaliações padronizadas à prática clínica e acompanhar a evolução do paciente ao longo do tratamento.

Importante: esta ferramenta é um apoio à avaliação clínica — não substitui o julgamento do profissional de saúde nem deve ser utilizada como único instrumento diagnóstico.
2. Fluxo de Trabalho

Como usar passo a passo

  • 1
    Selecionar o questionário
    Na página de listagem, escolha o instrumento adequado ao objetivo clínico. Cada card exibe o nome, sigla, tempo estimado e domínios avaliados.
  • 2
    Informar paciente e data
    Preencha o nome do paciente e confirme a data da sessão. Esses dados serão incluídos no CSV exportado e nos relatórios.
  • 3
    Responder as questões
    Preencha todas as questões do formulário e clique em "Calcular" ao concluir.
  • 4
    Ver o relatório de sessão
    Ao finalizar, o sistema calcula automaticamente as pontuações e exibe as classificações clínicas com interpretação visual. Este é o relatório de sessão.
  • 5
    Exportar o CSV
    Na próxima visita, carregue o CSV anterior antes de exportar o novo. O arquivo exportado acumulará todas as sessões anteriores junto com a atual.
  • 6
    Acompanhar com o relatório longitudinal
    Com 2 ou mais sessões no CSV, carregue o arquivo na seção "Relatório Longitudinal" para visualizar a evolução ao longo do tempo.
3. Relatório de Sessão

Relatório de Sessão

O relatório de sessão é gerado automaticamente ao concluir um questionário. Ele apresenta os resultados daquela avaliação específica e inclui:

  • Pontuação por subescala ou domínio clínico
  • Classificação (Normal, Leve, Moderado, Grave, Extremamente Grave ou equivalente)
  • Gráfico visual da distribuição dos escores
  • Interpretação clínica baseada nos pontos de corte validados

O relatório pode ser impresso diretamente pelo navegador (botão "Imprimir") ou salvo como PDF.

O relatório de sessão representa um único momento de avaliação. Para acompanhar a evolução do paciente ao longo do tempo, utilize o Relatório Longitudinal.
4. Exportar e Acumular Dados

Exportar e Acumular Dados (CSV)

O arquivo CSV é o mecanismo de persistência de dados da plataforma. Cada exportação salva os dados de uma sessão em formato compatível com Excel, Google Sheets e outros programas de planilha.

Primeira sessão

Ao clicar em "Exportar CSV" após a primeira avaliação, é gerado um arquivo com o cabeçalho e os dados daquela sessão. Guarde este arquivo com segurança — ele é a base para o acompanhamento longitudinal.

Sessões subsequentes

Na tela inicial do questionário, localize a seção "Adicionar ao CSV existente" e carregue o arquivo salvo anteriormente. Ao exportar após responder, o novo arquivo conterá todas as sessões anteriores mais a atual — pronto para ser usado no Relatório Longitudinal.

Atenção: mantenha um arquivo CSV separado por paciente. Misturar dados de pacientes diferentes no mesmo arquivo compromete os relatórios.
Sem o CSV: se as avaliações anteriores foram feitas neste mesmo navegador, elas já ficam guardadas no dispositivo e o relatório longitudinal pode ser gerado direto delas, sem carregar arquivo nenhum. O CSV continua sendo a forma de levar os dados para outro computador ou para o prontuário.

Compatibilidade com versões anteriores

CSVs gerados por versões anteriores da plataforma (sem colunas de itens individuais) são aceitos normalmente. O sistema preenche automaticamente os campos ausentes e calcula as classificações a partir das pontuações disponíveis.

5. Relatório Longitudinal

Relatório Longitudinal

O Relatório Longitudinal reúne duas ou mais avaliações do mesmo paciente e mostra a evolução das pontuações e classificações ao longo do tratamento. Pode ser gerado a partir do histórico guardado neste dispositivo ou de um arquivo CSV acumulado. São exibidas no máximo 10 sessões — havendo mais, as 10 mais recentes são utilizadas.

Diferença em relação ao Relatório de Sessão

Relatório de Sessão

  • Uma única avaliação
  • Gerado automaticamente ao concluir o questionário
  • Foco no resultado atual
  • Sem necessidade de CSV

Relatório Longitudinal

  • Múltiplas sessões ao longo do tempo
  • Gerado do histórico do dispositivo ou de um CSV acumulado
  • Foco na evolução e tendências
  • Requer 2+ avaliações do mesmo paciente

O que o relatório apresenta

  • Gráfico de tendências — evolução das pontuações por subescala ao longo das sessões
  • Tabela de resumo — pontuações e classificações de cada sessão em ordem cronológica
  • Tabela de variação — diferença percentual entre sessões consecutivas, com indicação de melhora ou piora

Como gerar o relatório

  • 1
    Na tela inicial do questionário, role até a seção "Relatório Longitudinal".
  • 2
    Escolha a fonte: "Deste dispositivo", se as avaliações do paciente já foram feitas neste navegador, ou "Carregar um arquivo CSV" — neste caso, arraste o arquivo para a área indicada.
  • 3
    Clique em "Gerar Relatório". O sistema detecta automaticamente o número de sessões e renderiza os gráficos.
  • 4
    Use o botão "Imprimir" para salvar o relatório como PDF ou imprimir para o prontuário.
O relatório longitudinal pode ser gerado a qualquer momento, independentemente de estar respondendo um questionário. Basta ter as avaliações do paciente guardadas neste dispositivo ou o arquivo CSV acumulado.
6. Significância Clínica

Significância Clínica: os selos DMCS e MDC

A tabela "Variação entre Sessões" do Relatório Longitudinal mostra quanto a pontuação mudou. O bloco "Significância clínica", logo abaixo, responde a uma pergunta diferente e mais difícil: essa mudança significa alguma coisa?

Uma queda de 2 pontos pode ser apenas variação normal do próprio teste. Uma queda de 8 pontos pode ser real, mas ainda assim imperceptível para o paciente. Para separar esses casos, a ferramenta compara a variação observada com limiares publicados na literatura e exibe um selo colorido ao lado do valor.

Dois conceitos diferentes

MDC — a mudança é real?

  • Mínima Diferença Detectável. O menor valor que ultrapassa o erro de medição do instrumento.
  • Calculado por método de distribuição (a partir da confiabilidade teste-reteste).
  • Responde: "a mudança está acima do ruído?"
  • Não diz se a mudança é importante para o paciente.

DMCS — a mudança importa?

  • Diferença Mínima Clinicamente Significativa (na literatura em inglês, MCID).
  • Calculado por método de âncora: a mudança é comparada com a percepção do próprio paciente ou do avaliador.
  • Responde: "a mudança é grande o suficiente para fazer diferença na vida do paciente?"
  • É o limiar mais exigente dos dois.
Regra que a ferramenta segue: um limiar de DMCS só é usado quando é maior ou igual ao MDC do mesmo instrumento. Se a literatura reporta um DMCS menor que o erro de medição, o selo dispararia dentro do ruído — nesses casos a ferramenta exibe apenas o selo de MDC. É o que acontece, por exemplo, com a HADS, o TUG e o MEEM.

Os quatro selos

Selo O que significa
✓ DMCS A melhora atingiu o limiar de importância clínica. É uma mudança real e relevante para o paciente.
✓ Mudança real A melhora ultrapassou o erro de medição do teste (MDC), mas não atingiu — ou o instrumento não possui — um limiar validado de importância clínica.
⚠ Piora A piora atingiu um limiar de importância clínica publicado especificamente para deterioração.
⚠ Piora real A piora ultrapassou o erro de medição do teste. É uma queda real, ainda que sua importância clínica não esteja estabelecida.

Os selos aparecem sempre em português no relatório, independentemente do idioma selecionado no site. Passe o cursor sobre um selo para ver o limiar aplicado e a fonte.

Hierarquia: um selo de cada vez

Os dois níveis são aninhados — quem passa o limiar clínico já passou, necessariamente, o erro de medição. Por isso a ferramenta exibe apenas o nível mais alto atingido: quando o selo ✓ DMCS aparece, o de mudança real fica implícito e não é repetido.

Nem todo instrumento tem os dois limiares. Alguns só têm DMCS, outros só MDC, e vários ainda não têm nenhum valor publicado que atenda aos critérios de rigor adotados — nesses casos, a linha simplesmente não recebe selo.

A ausência de selo não significa ausência de progresso. Significa apenas que a variação não ultrapassou o limiar disponível, ou que não existe limiar validado para aquele instrumento. Ganhos pequenos e consistentes ao longo de várias sessões continuam sendo clinicamente relevantes.

Seletor de população

Limiares de mudança são específicos da população. O mesmo TUG exige uma variação de cerca de 1,1 segundo para ser considerada real na osteoartrite de joelho leve, mas de 3,5 segundos na doença de Parkinson — quanto maior o comprometimento, maior a variabilidade natural do desempenho e mais alto o limiar.

Nos instrumentos em que essa diferença é grande o bastante para mudar a conclusão, a ferramenta permite informar a população de referência. Há dois lugares para fazer isso:

  • 1
    No formulário, antes de aplicar
    O campo "População / Condição" aparece ao lado da data, na tela de identificação do paciente. O valor escolhido é gravado no CSV (coluna Populacao) e reaplicado automaticamente em todos os relatórios futuros daquele paciente. É a forma recomendada.
  • 2
    No relatório, ao interpretar
    O seletor "População de referência", dentro do bloco "Significância clínica", troca os limiares na hora, sem recarregar o relatório. Útil para CSVs antigos, sem a coluna de população, ou para comparar critérios.

A opção padrão é "Geral", que aplica o limiar mais transversal disponível para o instrumento. O seletor só aparece nos instrumentos que possuem mais de uma população catalogada. Se o CSV já traz uma população gravada, ela tem prioridade sobre o campo do formulário.

O TUG não tem opção "Geral". Nenhum limiar único é defensável para todas as populações, e o valor clínico publicado fica abaixo do erro de medição em todas elas. Sem uma população selecionada, o TUG não exibe selo algum — é preciso escolher.

Limiares por instrumento

Valores aplicados na versão atual da ferramenta. Todos vêm de fonte primária verificada; instrumentos sem limiar validado não aparecem nesta tabela e não exibem selo.

Sigla Métrica Limiar (Geral) Selo Fonte · população
ENDIntensidade da dor30% do valor inicialDMCS1dor crônica
EVAIntensidade da dor30% do valor inicialDMCS2dor crônica
BPIPior / média / atual / menor dor30% do valor inicialDMCS3fibromialgia
BPIInterferência (7 domínios)— (exige população)DMCS8
EQ-5D-3LEQ-VAS (0–100)7 ptsDMCS131415estável entre populações
DASS-21Depressão5 ptsMDC12adultos
DASS-21Estresse7 ptsMDC12adultos
BP-PCSTotal8 ptsDMCS4lombalgia crônica
FABQAtividade física4 ptsDMCS5lombalgia crônica
FABQTrabalho7 ptsDMCS5lombalgia crônica
TSKTotal18% do valor inicialDMCS67dor espinhal crônica
PHQ-9Total5 ptsDMCS9depressão
HADSAnsiedade3,8 ptsMDC10ombro (manguito rotador / artroplastia)
HADSDepressão3,3 ptsMDC10ombro (manguito rotador / artroplastia)
Mini-BESTestTotal4 pts · MDC 3,5DMCS + MDC171819neurológico
BergTotal7 pts · MDC 6,2DMCS + MDC16neurológico
TUGTempo— (exige população)MDCver tabela de populações
TC6Distância26 mDMCS20condições crônicas
TC10mVelocidade da marcha0,10 m/sDMCS2324adultos com patologia
MEEMTotal3 ptsMDC37reavaliação de curto prazo
EFMMembro superior6 ptsDMCS32AVC crônico, déficit leve a moderado
EFMMembro inferior6 ptsDMCS3536AVC crônico

Opções do seletor de população

Sigla Opção Limiar Fonte
TC6Cardíaco / IC23 m20
TC6Respiratório (DPOC / PI)25 m20
TC6Hipertensão pulmonar33 m2122
TC6Neurológico / MSK37 m20
BPIMetástase óssea (dor oncológica)1,9–4,0 pts (varia por domínio)8
DASS-21DPOC / reabilitação pulmonar5 pts (só depressão)11
TC10mAVC subagudo grave0,16 m/s25
TC10mLesão medular incompleta0,15 m/s26
TUGOsteoartrite de joelho (leve a moderada)1,14 s27
TUGOsteoartrite de quadril2,3 s28
TUGArtroplastia / OA avançada2,49 s29
TUGDoença de Parkinson (H&Y I–III)3,5 s30
TUGIdosos da comunidade (50+)2,7 s31
EFMDéficit moderado a grave (membro superior)12 pts33
MEEMAnual / demência (declínio esperado)5 pts38

Observações por instrumento

  • Fugl-Meyer (membro superior) — o seletor usa um único eixo, a gravidade do déficit. A literatura também descreve um gradiente por fase da lesão: no AVC subagudo, o limiar sobe para cerca de 9 pontos (âncora mRS 34). Como gravidade e fase são eixos distintos, misturá-los no mesmo seletor levaria a combinações sem sentido — se o paciente está na fase subaguda, considere esse valor ao interpretar o selo.
  • BPI — interferência — os únicos limiares publicados são por domínio e vêm de uma única população (metástase óssea em radioterapia paliativa), variando de 1,9 ponto para relacionamentos a 4,0 para trabalho. Por isso estão presos ao seletor de população: sem população selecionada as linhas de interferência não exibem selo, e isso é deliberado — um limiar oncológico estaria errado em fibromialgia. A intensidade da dor não é afetada: seu limiar de 30% é estável entre populações e continua valendo.
  • DASS-21 — as três subescalas se comportam de forma diferente por causa da regra DMCS ≥ MDC. Depressão: o DMCS de 5 é igual ao MDC de 5, então passa e o selo fica disponível na população DPOC. Estresse: o DMCS publicado (5) fica abaixo do seu MDC (7), então só aparece o selo de mudança real — mesma situação da HADS. Ansiedade: não há MDC publicado para adultos; como as vizinhas na mesma escala são 5 e 7, um DMCS de 5 provavelmente dispararia dentro do ruído, então nenhum selo é aplicado até existir um valor confiável.
  • MEEM — o limiar depende do intervalo entre as avaliações. Em reavaliações de curto prazo, 3 pontos representam o erro de medição. Em intervalos de cerca de um ano em demência, o valor sobe para 5–7 pontos, porque incorpora também o declínio esperado pela evolução natural da doença. Selecione "Anual / demência" nesses casos.
  • Berg — a escala satura em pacientes de alto funcionamento (efeito de teto). Perto da pontuação máxima, uma melhora real pode não conseguir se expressar em pontos. A partir de 50/56 restam menos de 7 pontos até o teto, ou seja, menos do que o próprio limiar exige — nessa faixa o relatório exibe um aviso automático e sugere trocar para o Mini-BESTest.
  • TC6 — há efeito de aprendizagem entre a primeira e a segunda aplicação, da ordem do próprio limiar (~26 m). Uma diferença isolada entre o primeiro e o segundo teste pode refletir familiarização, não ganho funcional.
  • Mini-BESTest — o limiar de 4 pontos vem de populações neurológicas. Em contexto ortopédico (artroplastia de joelho), a literatura sugere valores bem menores (1–2 pontos), e o selo tende a ser conservador.
  • Instrumentos apenas com MDC (HADS, TUG, MEEM) — o limiar clínico publicado é menor que o erro de medição do próprio teste, o que o torna inutilizável para decisão individual. A ferramenta exibe apenas o selo azul de mudança real, que é o limiar honesto nesses casos.
O selo é um apoio, não um veredito. Os limiares vêm de amostras específicas, com métodos e âncoras específicas, e nem sempre representam o seu paciente. Um selo confirma que a variação é compatível com mudança relevante segundo a literatura disponível — a decisão clínica continua sendo do profissional.
7. Instrumentos Disponíveis

Instrumentos Disponíveis

A plataforma inclui os seguintes instrumentos validados:

Sigla Nome Domínio Rel. Longitudinal
ENDEscala Numérica de DorDor✓
EVAEscala Visual AnalógicaDor✓
EVDEscala Verbal de DorDor✓
BPIInventário Breve de DorDor✓
BP-PCSEscala de Catastrofização da DorDor✓
CSIInventário de Sensibilização CentralSensibilização central✓
DN4Questionário DN4Dor neuropática✓
NPSIInventário de Sintomas de Dor NeuropáticaDor neuropática✓
FABQCrenças de Medo-EvitaçãoCrenças e medo✓
TSKEscala Tampa de CinesiofobiaCrenças e medo✓
DASS-21Depressão, Ansiedade e EstresseSaúde mental✓
PHQ-9PHQ-9 — Saúde do Paciente (9 itens)Saúde mental✓
PHQ-2PHQ-2 — Triagem de depressãoSaúde mental—
HADSAnsiedade e Depressão HospitalarSaúde mental✓
EQ-5D-3LEQ-5D-3LQualidade de vida✓
NIHSSEscala de AVC do NIHNeurologia / AVC✓
SARAAvaliação e Graduação de AtaxiaNeurologia / AVC✓
DisartriaProtocolo de Avaliação da DisartriaFala e linguagem✓
pLASTTeste de Rastreio de LinguagemFala e linguagem✓
Mini-BESTestMini-BESTest — EquilíbrioEquilíbrio✓
BergEscala de Equilíbrio de BergEquilíbrio✓
TUGTimed Up and GoMarcha e mobilidade✓
TC6Teste de Caminhada de 6 MinutosMarcha e mobilidade✓
TC10mTeste de Caminhada de 10 MetrosMarcha e mobilidade✓
FMSEscala de Mobilidade FuncionalMarcha e mobilidade✓
FOG-QEscala de Congelamento da MarchaMarcha e mobilidade✓
MAL-BrasilMotor Activity LogMembro superior✓
EFMEscala de Fugl-Meyer (motor)Função motora✓
BarthelÍndice de Barthel ModificadoFuncionalidade (AVD)✓
MEEMMini Exame do Estado MentalCognição✓
ApatiaEscala de Apatia (cuidador)Comportamento (demência)✓

✓ = relatório longitudinal disponível · — = não aplicável (instrumento de triagem).

Modos e variantes: alguns instrumentos permitem escolher um modo na tela inicial, adaptando os itens e a pontuação: TUG (adulto / pediátrico), pLAST (forma A / B), Barthel (deambulação / cadeira de rodas) e EFM (MS + MI / só membro superior / só membro inferior). A contagem de itens e o tempo estimado no cartão inicial atualizam-se conforme o modo escolhido.

8. Notas Importantes

Notas Importantes

Privacidade dos Dados

As respostas são processadas localmente no navegador. O arquivo CSV é salvo diretamente no dispositivo do profissional e, quando o histórico do paciente é usado, as avaliações ficam guardadas apenas neste navegador, por isso evite em computador compartilhado. Uma exceção: ao usar o botão de enviar o relatório por e-mail, o arquivo passa pelo nosso servidor e pelo serviço de entrega, como descreve a Política de Privacidade. O profissional é o controlador desses dados e responde pelo armazenamento e pela proteção deles conforme a LGPD (Lei nº 13.709/2018).

Organização dos Arquivos CSV

Recomenda-se adotar uma nomenclatura padronizada para os arquivos CSV, incluindo o nome do instrumento, identificador do paciente e período de acompanhamento. Exemplo: DASS21_Paciente01_2026.csv.

Validade Clínica

Os pontos de corte e interpretações implementados seguem as versões validadas para o português brasileiro de cada instrumento. As referências completas estão listadas na seção 9.

Uso exclusivo por profissionais de saúde. Os questionários desta plataforma são instrumentos de avaliação clínica e devem ser aplicados e interpretados por profissionais habilitados.
9. Referências

Referências

Validação dos instrumentos

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Limiares de significância clínica (seção 6)

Fontes primárias de cada limiar de DMCS e MDC aplicado pela ferramenta. Os números correspondem às chamadas nas tabelas da seção 6, e os links abrem o artigo na página do periódico. A referência 39 é uma revisão usada como confirmação externa dos valores de AVC, não como fonte de um limiar isolado.

Dor e crenças

1. Farrar JT, Young JP Jr, LaMoreaux L, Werth JL, Poole RM. Clinical importance of changes in chronic pain intensity measured on an 11-point numerical pain rating scale. Pain. 2001;94(2):149–58. doi:10.1016/S0304-3959(01)00349-9

2. Olsen MF, Bjerre E, Hansen MD, Tendal B, Hilden J, Hróbjartsson A. Minimum clinically important differences in chronic pain vary considerably by baseline pain and methodological factors: systematic review of empirical studies. J Clin Epidemiol. 2018. doi:10.1016/j.jclinepi.2018.05.007

3. Mease PJ, Spaeth M, Clauw DJ, et al. Estimation of minimum clinically important difference for pain in fibromyalgia. Arthritis Care Res. 2011;63(6):821–6. doi:10.1002/acr.20449

4. Monticone M, Portoghese I, Rocca B, Giordano A, Campagna M, Franchignoni F. Responsiveness and minimal important change of the Pain Catastrophizing Scale in people with chronic low back pain undergoing multidisciplinary rehabilitation. Eur J Phys Rehabil Med. 2022;58(1):68–75. doi:10.23736/S1973-9087.21.06729-0

5. Monticone M, Frigau L, Vernon H, et al. Reliability, responsiveness and minimal clinically important difference of the two Fear Avoidance and Beliefs Questionnaire scales in Italian subjects with chronic low back pain undergoing multidisciplinary rehabilitation. Eur J Phys Rehabil Med. 2020;56(5):600–6. doi:10.23736/S1973-9087.20.06158-4

6. Monticone M, Ambrosini E, Rocca B, Foti C, Ferrante S. Responsiveness of the Tampa Scale of Kinesiophobia in Italian subjects with chronic low back pain undergoing motor and cognitive rehabilitation. Eur Spine J. 2016;25:2882–8. doi:10.1007/s00586-016-4682-2

7. Saadat M, Salamat S, Mostafaee N, Soleimani F, Rouintan Z, Amin M. To evaluate responsiveness and minimal important change (MIC) for the Persian versions of FABQ, TSK, and PCS. Eur Spine J. 2023;32:3023–9. doi:10.1007/s00586-023-07835-w

8. Wong K, Zeng L, Zhang L, et al. Minimal clinically important differences in the Brief Pain Inventory in patients with bone metastases. Support Care Cancer. 2013;21:1893–9. doi:10.1007/s00520-013-1731-9

Saúde mental

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Qualidade de vida

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